Evidencias e explicações sobre o Dilúvio.

Restos de floresta petrificada na Austrália. 
Crédito da Imagem: Fightman


Introdução

Perdendo apenas para a Criação, o Dilúvio descrito em Gênesis se destaca como o evento mais misterioso


 Apresenta-se como a maior catástrofe que a Terra já viu. Ele matou toda a população humana da terra e destruiu todos os animais - exceto aqueles que foram salvos na Arca de Noé. Se você duvida de que essas coisas aconteceram durante o dilúvio, você está para ter uma surpresa.

Mas isso não é tudo. Depois do Dilúvio, um novo mundo surgiu, esse no qual vivemos. Os eventos do Dilúvio mudaram drasticamente marcos, clima, topografia e fornecimento de alimentos. O que ocorreu foi mais que uma inundação.


Você vai perceber que os livros escolares encobriram o mais poderoso evento desde a Criação, apresentando uma explicação completamente diferente para os eventos do passado da Terra, com base em modelos evolucionistas. Há muitas teorias e suposições de cientistas seculares (maioria acadêmica) colocadas como verdade absoluta, que acabam por encobrir a origem dos fósseis e a história real da vida pré-histórica. 



Um dilúvio universal que destruiu a Terra



A Bíblia diz que ocorreu um dilúvio universal no tempo de Noé, este evento pode ser datado pela cronologia bíblica para cerca de 5.000 anos atrás. O relato do Dilúvio encontra-se em Gênesis cap.7 e 8, os capítulos anteriores e posteriores descrevem respectivamente a condição da terra antes e depois do Dilúvio.


Ao ler Genesis não há dúvidas que o Dilúvio foi universal. Deus havia dito que iria destruir toda a Terra. Em Gênesis 7:19 diz que as águas subiram acima das montanhas em toda parte da Terra. Céticos, no entanto, dizem que o dilúvio foi local argumentando que os mitos de dilúvio em várias culturas evidenciam dilúvios locais, mas não é o que está na maioria dessas lendas, que na verdade descrevem dilúvio universais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dil%C3%BAvio_(mitologia) 


Por que essas várias histórias?


A coincidência não é à tôa, elas tem uma mesma origem. Com o crescimento da população e sua divisão gerando várias culturas diferentes, a história do dilúvio foi ganhando contornos diferentes ao passar de geração a geração, ganhando aspectos de lendas,porém só um desses relatos é o verdadeiro,  aquele que compõem a  Bíblia, por que? É a fonte mais segura(veja aqui).





    1. Em todo o mundo existe relatos sobre o dilúvio.
    A Tradição antiga do dilúvio está presente em todos os continentes., algumas delas marcaram semelhanças com o relato de Gênesis.  A história babilônica do dilúvio, descoberto em tabuletas de argila é o Épico de Gilgamesh. Gilgamesh, O mito sumério de Gilgamesh conta os feitos do rei da cidade de Uruk, Gilgamesh, que parte em uma jornada de aventuras em busca da imortalidade, nesta busca encontra as duas únicas pessoas imortais: Utanapistim e sua esposa, estes contam à Gilgamesh como conquistaram tal sorte, esta é a história do dilúvio. O casal recebeu o dom da imortalidade ao sobreviver ao dilúvio que consumiu a raça humana. Na tradição suméria, o homem foi dizimado por incomodar aos deuses. Os elementos comuns incluem a construção de um navio e tomar todos os tipos de animais na mesma. Byron Nelson, em seu livro, "The Deluge Story in Stone",tem tabuladas as características comuns das lendas, inundação de muitas culturas e os comparou com o relato bíblico.
    2. Destruição maciça da Vida
    Cemitérios em massa, de elefantes, cavalos, dinossauros e outras criaturas são encontradas em todo o mundo. Fósseis são distribuídos mundialmente.
    3. Florestas petrificadas
    Muitas florestas petrificadas, cobertas de lava são encontrados em muitas partes do mundo. Parque Nacional de Yellowstone nos EUA tem estas florestas.
    4. Os sistemas fluviais, marcas d'água
    Sistemas da Terra e deltas fluviais importantes não remontam para um longo passado, mas sim para alguns milhares de anos.A topografia presente e sistemas fluviais da terra resultou das mudanças topográficas que ocorreram durante e depois do Dilúvio.
    Há Marcas d'agua demonstrando que houve secas em lagos, terraços fluviais e antigas linhas costeiras elevadas, encontrados em diferentes partes do mundo que testemunham um evento aguado e deposição de camadas.
    5. Origens das civilizações
    Registros  históricos confiáveis das civilizações mais antigas não passam de 5000 anos. Houve estouros de civilizações após o dilúvio: caldeu, assírio, babilônico, hitita e egípcio. A razão é que após o Dilúvio,a humanidade se disseminou nessas regiões dentro de algumas centenas de anos.
    6. A datação por radiocarbono de fósseis
    Esse assunto merece um tópico à parte, que o blog abordará em breve, mas os modelos  de datações utilizados pelas teorias evolucionistas são baseados em pressuposições, pois a ciência histórica não é observável. A premissa utilizada é que a Terra é muito antiga,pois as três teoria evolutivas (evolução estelar evolução química e biológica) não comporta uma terra jovem, portanto, logo de inicio ignora-se uma Terra jovem e um Dilúvio universal bíblico  

    Então, modelos de datações são utilizados com definições já pré-concebidas, por exemplo, um modelo de datação de um dinossauro não será o mesmo que o de um fóssil de mamute, porque assume-se logo de cara que o dinossauro tem milhões de anos, Carbono 14 foi encontrado em diamantes e fósseis, o qual não poderia acontecer em objetos com milhões ou bilhões de anos. As datações para a Terra antiga são feitas já direcionadas para isso. Mas  o assunto será tratado com mais detalhes pelo blog em outra oportunidade, que abordará inclusive a datação radiométrica. 

O que aconteceu na Terra?

A bíblia não dá muitos detalhes da cronologia, mas deixa claro a proporção grandiosa do evento.

"No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram" Genesis: 7:11

A Bíblia  nos diz que a água veio de duas fontes; debaixo da terra e acima da terra. Essas fontes subterrâneas de água irromperam com atividade sísmica e vulcânica, ajudando na inundação, não dá para afirmar com certeza se água estava em estado liquido ou contida num mineral.

Existem evidencias cientificas que há grande quantidade de água nas profundezas da terra, no Manto. A quantidade de água pode ser gigantesca, equivalente a todos oceanos atuais, dizem cientistas. Uma recém descoberta é mais uma evidência, entre outras, que corrobora com o relato bíblico de fontes do abismo. Se for essa a fonte do abismo relatada em Gênesis, provavelmente, no dilúvio, Deus causou processos físico químicos, onde essas fontes entraram no processo de inundação da terra, essa é uma evidencia palpável  e interessante:



Crédito imagem: University of Alberta
  1. Fontes do grande abismo se romperam
  2. As janelas dos céus se abriram (Genesis.7:11)
 Se você olhar atentamente o mapa topográfico da Terra (veja abaixo), você verá uma cadeia de dorsais meso-oceânicas no fundo do oceano conectando todos os oceanos:
    Os geólogos têm reconhecido que estas cristas são linhas de fractura na crosta terrestre. Eles estimam que há cerca de 200 milhões de anos atrás os continentes estavam unidos como uma só peça, e eles chamam este supercontinente de Pangeia.  O Pangeia se separou como resultado da crosta terrestre se quebrar em pedaços ou placas, que desde então foram à deriva entre si ou à deriva em direção ao outro. Assim, a América está se movendo a uma velocidade de um centímetro da Europa e África por ano.  A separação atual é cerca de 3.000 quilômetros. As cadeias montanhosas mais importantes do mundo, como os Alpes e os Himalaias se formaram pela colisão de placas com essas massas continentais uns contra os outros. Em outras áreas da colisão uma placa foi sob a outra, como no caso de a placa do Pacífico movendo sob a borda oeste do continente dos EUA. Este processo em pequena escala pôde ser documentado, por isso os terremotos periódicos na Califórnia, mas nada igual ao que ocorreu no dilúvio.
    Esses cientistas estão corretos sobre o rompimento de um supercontinente. Mas eles estão completamente errados sobre a datação do evento porque eles usaram a datação evolucionista
    Pela Bíblia sabemos que a ruptura do supercontinente aconteceu cerca de 5000 anos atrás, e foi o principal evento do Dilúvio. O supercontinente que se quebrou foi a Boa Terra (condições da terra antes do dilúvio).

    Datado da cisão da Pangeia

    Os geólogos têm sido capazes de corresponder fósseis de plantas que murcham no lado do Atlântico. As espécies de plantas identificadas que pertenciam à era Mesozóica na tabela de tempo evolutiva conhecida como a coluna geológica. Este período é entre 63 milhões e 230 milhões de anos. A Divisão Continental acredita-se ter ocorrido em algum lugar do Oriente na era Mesozóica, o período Jurássico (época dos dinossauros).
    Toda a vida, passado e presente, não pode ser mais antiga do que a criação de seis dias. A maioria dos fósseis são o resultado de uma morte em massa, e a morte em massa desde a Criação ocorreu durante o dilúvio. A escala de tempo geológico é artificial, sem validade alguma. A propagação da vida antiga de mais de 600 milhões de anos é um esquema evolutivo. As camadas fósseis contêm  rochas sedimentares que foram depositadas durante o dilúvio. A coluna fóssil inteira, abrangendo 600 milhões de anos, foi depositado em um período de um ano na época do Dilúvio. Veremos mais sobre isso em uma discussão sobre a coluna geológica.
     A ruptura da crosta foi um evento explosivo de magnitude sem precedentes, considerando o fato de que os passeios de médio-oceânicas estendem cerca de 40.000 milhas. As peças quebradas passavam às taxas que vemos hoje.  
    A figura esquemática abaixo ilustra o movimento de placas quebradas da crosta com a força de separação. As placas da crosta são mostradas afastando-se umas as outras, pela força explosiva da cisão assistida pela fluidez da rocha quente subjacente fundido (magma). A lenta movimentação atual dos continentes não explicam a criação das gigantescas montanhas, esse evento com certeza foi gerado por grande energia, catastrófica e única.
    Na figura: Oceano primitivo, continentes unidos e novo oceano e divisão continental. A ruptura foi causada  pela explosões da abertura das fontes do abismo (genesis 7:11) com intenso vulcanismo.
    O Dilúvio, como vimos, foi mais que água caindo do céu, foi o evento mais destrutivo que já ocorreu no passado e envolveu erupções violentas, ruptura crustal e completa submersão de toda a terra em água, com a destruição e o enterro de toda a vida, começamos a perceber que o Dilúvio é a chave mestra para entender o passado da Terra. .
    Cientistas europeus através do satélite Explorador da Circulação Oceânica e da Gravidade  mapearam o campo gravitacional do planeta, esses estudos pretendem proporcionar à comunidade científica informações sobre os oceanos e o clima, melhorando a compreensão da estrutura interna da Terra.  Segundo a agência espacial, uma das contribuições dos dados de gravidade do satélite é no conhecimento mais profundo das causas dos terremotos, como o que assolou recentemente o Japão
    Por ser um fenômeno causado pelo movimento das placas tectônicas, os terremotos não podem ser observados diretamente do espaço, mas sua influência nos dados de gravidade são transmitidas ao satélite, podendo ser usados para compreender as catástrofes naturais e as maneiras de evitá-las. (http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5039654-EI8147,00-Dados+de+satelite+formam+mapa+preciso+da+gravidade+na+Terra.html)

    Foi constatado que terremotos como aqueles do japão em 2011 são capazes de alterar as formas do oceano e mesmo deslocar a rotação da Terra, o Evento do Dilúvio foi algo sem comparação no mundo, com intensa atividade vulcânica, terremotos, tsunamis que transformou a topografia do mundo.
    O que  supostamente levaria milhões de anos para ocorrer, o Dilúvio mostra que promoveu em questão de pouco tempo.
    Para onde foi a agua do Díluvio?
    Está nos oceanos e mares que vemos hoje. Três quartos da superfície da Terra é coberta por água.
    Conforme os geólogos seculares observam, e conforme já vimos antes, antigamente o continente era uma só terra, não eram separados pelos vastos oceanos atuais. 
    De acordo com versículos do salmo 104, Deus estabeleceu um limite para os mares, para que não mais cobrisse toda a terra.
    Uma parte da água foi provavelmente para vales mais profundos do oceano que existem hoje, e talvez voltaram para as fontes de agua nas profundezas da terra, de onde tinham saido também.


    As evidências físicas do dilúvio são bastantes numerosas, vejamos:

    1. Muitos pesquisadores afirmam que os sedimentos da Terra tenham sido depositados na água e pela água durante o Dilúvio, como é o caso de Derek Ager. (Derek V. Ager,The Nature of the Stratigraphical Record (Chichester, England: John Wiley & Sons, 1993), págs. 27, 33, 60 e 65);
    2. As evidências fósseis que a paleontologia encontra só se tornam possíveis se houver um rápido “enterramento” (Cemitério com milhares de fosseis no lugar mais seco da terra)[Arvores que cortam varias camadas geológicas] Isso pode ser explicado através da “teoria de zoneamento ecológico”, desenvolvido por H. W. Clark;
    A teoria de zoneamento ecológico ensina que os organismos foram sepultados em seus habitats naturais enquanto as águas varriam a Terra, produzindo assim a sucessão de fósseis. (Ariel A. Roth, Origins: Linking Science and Scripture(Hagerstown, Maryland: Review and Herald Publ. Assn., 1998), págs. 170-175.)
    Essa teoria explica a presença de amonites (invertebrados marinhos) em grandes altitudes, como na Cordilheira dos Andes, Cajón del Malpo (próximo a Santiago do Chile), e do outro lado dos Andes (Neuquén, Argentina); dentre outras montanhas como: Atlas no MarrocosHimalaia, EverestMontanhas da China [2]
    3. Muitos fósseis fornecem evidência de que não viveram no lugar onde foram descobertos. (Björn Kurtén, Introdução à Paleontologia: O Mundo dos Dinossauros (Madrid: Ediciones Guadarrama), págs. 15 e 16; Horacio Camacho, Invertebrados fósseis (Buenos Aires: Eudeba), pág. 28.).
    4. O posicionamento dos troncos das árvores petrificadas e a ausência de raízes nas mesmas nas florestas petrificadas da Patagônia (Argentina), ensinam que um transporte precedeu o sepultamento. O agente mais provável desse “transporte” foi a água. Isso foi demonstrado pelo estudo de Harold Coffin acerca da catástrofe doMonte Sta. Helena, nos EUA. (Harold Coffin, “Mount St. Helens and Spirit Lake”, Origins, 10:1 (1983) págs. 9-17); Ariel Roth, “Ecossistemas incompletos”, Ciência das Origens, setembro a dezembro de 1995, págs. 11-13);
    5. O mesmo método é aplicado à ecologia de animais e plantas, no mesmo período geológico. Os fósseis de animais e das plantas que deviam ter servido como seu alimento, freqüentemente não aparecem juntos como era de se esperar. Esse fato é observado na América do Norte e na América do Sul, a exemplo dos dinossauros encontrados na Patagônia; [2]
    6. A melhor explicação para a existência dos conhecidos grandes depósitos de carvão e de petróleo é o Dilúvio, que produziu o acúmulo e subseqüente enterro de enormes quantidades de plantas e animais (Petróleo e gás natural podem não ser fósseis). Essa explicação é corroborada por Paolo Arduini e Giorio Teruzzi, acerca de grandes inundações. (Paolo Arduini e Giorio Teruzzi, Guía de fósiles (Barcelona: Ediciones Grijalbo, 1987), pág. 12; Björn Kurtén, Introdução à Paleontologia: O Mundo dos Dinossauros (Madrid: Ediciones Guadarrama), pág. 71);
    7. No Chile (La Portada), há um grande depósito de fósseis de conchas marinhas. É conhecido como o “banco de conchas”, e possui uma espessura média de 50m muitos quilômetros de extensão. A causa mais provável para sua formação foi a ação da água seguida de um rápido enterramento. Alguns pesquisadores afirmam que “conchas não podem acumular-se permanentemente no leito do mar”, e mais: “A pergunta freqüentemente levantada acerca de como tão pouco se acha preservado… devia ser substituída por: Por que algo foi preservado, afinal?”. (Eric Powell, George Staff, David Davies e Russel Callender, “Rates of Shell Dissolution versus Net Sediment Accumulation: Can Shell Beds Form by Gradual Accumulation of Hardparts on the Sea Floor?” Abstracts With Programs, 20:7 (1998); Reunião Anual, Geological Society of America, 1988.);
    8. Muitos animais são encontrados fossilizados em uma posição que alguns paleontólogos denominam de “angustiosa”. Isso indica que tais animais sofreram uma morte violenta. Na região de Santana (aqui no Brasil) encontramos evidências incontestáveis de catastrofismo, isto é, do Dilúvio.
    Na mesma região (Santana – Ceará) encontram-se excelentes exemplares de pequenos peixes e insetos, com todos os detalhes de sua delicada estrutura e com as evidências citadas. (Harold Coffin, “La Asombrosa Formación Santana”, Ciencia de los Orígenes, maio a agosto, 1991, págs. 1, 2 e 8.);
    9. Fósseis tridimensionais (raros) de animais apresentam uma evidência clara de um sepultamento ainda em vida, ou de um enterramento imediatamente após a morte. O estudo desses exemplares na Região de Santana revelou a presença de parasitas (copépodes) em suas barbatanas. O estudo mais aprofundado desses exemplares revelou que o processo de petrificação dos mesmos iniciou-se enquanto ainda estavam vivos. (Harold Coffin, “La Asombrosa Formación Santana”, Ciencia de los Orígenes, maio a agosto, 1991, pág. 2);
    10. A mesma evidência é encontrada nos fósseis dos Trilobitas, encontrados em Jujuy (Argentina), e entre La Paz e Oruro (Altiplano Boliviano). Em Quebrada de Humahuaca (Jujuy), e no monte Tunari (Vinto, Cochabamba, Bolívia), a preservação de “cruzianas” (traços de trilobita) é ainda mais notável, trazendo a tona mais uma evidência da ocorrência do Dilúvio;
    11. O rápido sepultamento de organismos vivos também é evidenciado através do estudo das ostras fechadas e petrificadas, achadas ao longo de pequenos rios, perto de Libertador San Martin (Entre Rios, Argentina), e em muitos lugares da Patagônia. (Joaquín Frenguelli, Contribución al conocimiento de la geología de Entre Ríos (Buenos Aires: Imprenta y Casa Editora Coni, 1920), pág. 43), o que evidencia a ocorrência do Dilúvio;
    12. Os esqueletos delicados e articulados de Mesossauros podem ser achados em rocha calcária, no Estado de São Paulo, evidenciando o Dilúvio. De acordo com o uniformismo, as camadas sedimentares foram sendo depositadas gradativamente, porém, o diâmetro dos ossos desses dinos atravessam várias camadas, mostrando assim que o uniformismo está errado, nesse caso, pois os fósseis mostram que o corpo permanecia inteiro, sem degradação ou desarticulação, o que seria de se esperar nesse modelo (uniformista). A evidência claramente aponta para um catastrofismo, isto é, o Dilúvio. Björn Kurtén destaca que: “Muitos esqueletos completos desses dinossauros [Hadrossauros] foram achados na posição de natação e com as cabeças puxadas para trás, como se estivessem agonizando.” (Björn Kurtén, Introdução à Paleontologia: O Mundo dos Dinossauros (Madrid: Ediciones Guadarrama), pág. 115).

    http://creationsciencenews.wordpress.com/2010/12/03/evidencias-de-um-diluvio-global/
    13. Grandes quantidades de sedimentos e organismos marinhos, que formam as espessas camadas de rochas sedimentares fossilíferas que hoje, cobrem  grandes porções dos continentes. A região do Grand Canyon, no sudoeste dos EUA, por exemplo, fornece uma magnífica exposição dessa característica de bolo de várias camadas das rochas sedimentares, que,em muitos casos, são extensas lateralmente. As placas tectônicas lentas e graduais simplesmente não podem explicar essas sequencias tão densas de estratos sedimentários contendo fósseis marinhos no interior de vastas áreas continentais, áreas normalmente bem acima do nível do mar.
    14. O jorro convectivo do manto, resultante de subducção de fuga das placas do solo oceânico refrigerado, teria esfriado de forma brusca a temperatura do manto no seu limite interno, acelerando muitíssimo a convecção no núcleo externo adjacente e sua perda de calor. Esse resfriamento da superfície do núcleo  resultaria em reversões do campo magnético da Terra.
    15. Essas reversões  magnéticas seriam expressas na superfície da Terra e gravadas nas faixas magnéticas em padrão zebrado nas rochas do novo solo oceanico. Essa magnetização seria errática e cheia de remendos locais, nas laterais e na profundidade, distinta do padrão esperado na versão lenta e gradual. Foi  predito que registros similares de reversões magnéticas "surpreendentemente rápidas", devem estar presentes no fluxo de lava continental liquida, e essas reversões surpreendentemente rápidas no fluxo de lava continental foram encontradas em seguida.[a] 
    Portanto esse modelo de placa tectônicas catastróficas fornece  uma explicação poderosa de como frias e rígidas placas da crosta puderam se mover milhares de quilômetros sobre o manto, enquanto o solo oceânico sofria subducção. Isso prevê  relativamente pouco movimento de placas hoje, porque o "movimento" continental desacelerou rapidamente quando o solo oceânico pré-diluviano sofreu subducção.
    Assim, também poderíamos  esperar que, hoje, as trincheiras adjacentes às zonas  de subducção sejam preenchidas com sedimentos inalterados anteriores posteriores ao Dilúvio. O modelo fornece um mecanismo para recuo das águas dos continentes para novas bacias oceânicas quando, no fim do Dilúvio, o movimento da placa quase cessou, as forças tectônicas, dominantes resultaram em movimentos verticais da Terra (Salmos 104.8). AS interações das placas em suas fronteiras durante o cataclismo gerou montanhas ao mesmo tempo em que o resfriamento, em que o resfriamento do novo solo oceânico aumentou a sua densidade, fazendo-o afundar  e aprofundar a bacia dos novos oceanos para receber o recuo das águas do Dilúvio.
    Aspectos do modelo do comportamento de fuga no manto tem sido testados e verificados independentemente. O mesmo modelo prevê que, uma vez que a subducção de fuga das placas frias do solo oceânico ocorreu apenas poucos milhares de anos atrás durante o Dilúvio, essas placas frias não teriam tempo suficiente desde a catástrofe para ser totalmente "assimiladas" no manto circundante. 
    Dessa forma, evidências das lajes relativamente frias logo acima dos limites do núcleo do manto, no qual elas afundaram, ainda são encontradas hoje.

    a -Ibid; R.S Coe e M. Prévot, " Evidence suggesting extremely rapid field variation during a geomagnetic reversal", Earth and Planetary Science Letters92, 1989, p.292-298; A.A Snellinig, "Fossil" magnetism reversals of the earth's magnetic field" , Creation 13 (3), 1991, p46-50; R. S. Coe, M. Prévot e P. Camps,  "New evidence for extraordinary rapid change of the geomagnetic field during a reversal", Nature 374, 1995, p687-692; A. A. Snelling, " The 
    'principle of least astonishment'", TJ9 (2), 1995, p 138,139.
    b - P.J Tackley e outros, " Effects of an endothermic phase transition at 670 km depth on spherical mantle convection", Nature 361, 1993, p.699-704; S.A. Weinstein, " Catastrophic overturn of the earth's mantle driven by multiple phase changes and internal heat generation", Geophysical Research Letters 20, 1993, p. 101, 104; L.Moresi e Solomatov, "Mantle convection with a britle lithosphere: troughts onthe global tectonic styles of the earth and Venus", Geophysical Journal International 133, 1998, p. 669-682.
    .

    De onde vem as etnias (negro, índio..),já que existia apenas a família de Noé?

     Os humanos  possuem um patrimonio genético que possibilitou pequenas variações fisicas quando se espalharam pela terra e se isolaram em diferentes regiões, isso é observável, é o que ocorre também com animais. São apenas mudanças limitadas.

    Por que não se encontra fosséis humanos e de Dinossauros nas mesmas camadas?

    A-
    Os experimentos “Experiments on Lamination of Sediments”, por GUY BERTHAULT. (http://creation.com/images/pdfs/tj/j03_1/j03_1_025-029.pdf) e “Experiments in Stratification”, também por Guy Berthault (http://www.icr.org/i/pdf/imp/imp-328.pdf) tiveram a seguinte conclusão:
    1. Camadas podem formar lateralmente e verticalmente, ao mesmo tempo;  2. Camadas podem formar-se da mesma forma que as seqüências de fácies; 3. Camadas não são sempre uma medida de cronologia.

    Estes fatos mostram que:
    1. Camadas sobrepostas nem sempre resultam de acordo com crenças de Steno, a partir de sucessivas camadas de sedimentos; conseqüentemente, o princípio da superposição não se aplica sempre aos estratos formados em uma corrente;

    2. Estratificação formada paralela a uma inclinação superior a um ângulo de 30 °, pode invalidar o princípio de originais horizontalmente. Estratos inclinados não são, necessariamente, portanto, o resultado de subsidência ou soerguimento.
    B-
    A raridade dos Fósseis. Fósseis de Vertebrados são extremamente raros em comparação com fósseis de invertebrados do mar. A vasta proporção do registro fóssil é de criaturas marinhas de invertebrados e material vegetal na forma de carvão ou de combustíveis. Fósseis de vertebrados são relativamente raros.
    Se você tivesse, digamos, 10 milhões de pessoas na época do Dilúvio e todos os seus corpos foram preservados e uniformemente distribuídos através de 700 milhões de quilômetros cúbicos de camadas de rochas sedimentares que contêm fósseis, apenas um poderia ser encontrado em cada 70 milhas pedra cúbica. Portanto, você dificilme
    nte encontrará fóssil humano.

       C-
    O Dilúvio global começou com a quebra das grandes fontes profundas, isso tende a enterrar as primeiras criaturas marinhas que habitam o fundo, muitas delas são relativamente imóvel ou imóveis. Elas também são abundantes e geralmente duros (mariscos, por exemplo) .
     Como as águas subiram para envolver a Terra, as plantas aquáticas seriam enterradas antes das plantas terrestres das zonas úmidas, que por sua vez seriam enterradas antes de as plantas terrestres em altitudes mais elevadas. 
    Por outro lado, os animais terrestres, tais como mamíferos e aves, sendo móvel (especialmente aves) escapariam para o alto e seriam os últimos a sucumbir. As pessoas iam-se em barcos, troncos, etc. os restos mortais após sucumbirem iriam virar alimento de peixe, ou apodrecer, em vez de ser preservados. Isso faz com que os fósseis de humanos na inundação sejam extremamente raros.
    Há uma série de outras hipóteses para essa questão. 

    Catástrofe e extinção dos Dinossauros

    Pelo registro bíblico sabemos que houve uma grande catástrofe com os seres vivos da terra, com grande quantidade de animais sendo mortos. Podemos deduzir também que alguns animais da Arca de Noé foram extintos posteriormente não se adaptando com as novas condições da Terra pós-dilúvio.
    O que alguns cientistas da linha evolucionista dizem?
    Para eles uma grande catástrofe também matou grande quantidade de dinossauros, só que o evento apontado para isso era o choque de cometa com a Terra, mas essa idéia já não recebe tanto crédito:
    Além disso, assim como na visão de base bíblica, da qual os dinossauros da Arca foram extintos depois do Dilúvio, por não se adaptarem a Terra pós-dilúvio, os cientistas recentemente admitiram extinção de Dinossauros muito tempo depois do suposto evento causador da destruição de grande quantidade de dinossauros:
    Ou seja, a dedução sobre a extinção dos dinossauros é parecida em alguns aspectos com a visão de base bíblica, porém é utilizada uma suposição com modelos evolutivos de escala de tempo e de evento causador.

    Dinossauros e Humanos (Petróglifos e registros)

    Ao contrário do que se pensa, pois a mídia e estudiosos seculares tentam abafar, e não dão importância aos registros, há muitos registros antigos sobre dinossauros, muito antes da descoberta do primeiro fóssil, vamos a alguns exemplos abaixo.
    O palácio de Angkor foi erguido há 1000 anos atrás no Camboja, e ficou perdido coberto pela selva por centenas de anos. Na foto abaixo observamos uma grande escultura esculpida na rocha de suas paredes,que nos mostra evidências que Dinossauros convivendo com seres humanos não era algo distante da realidade deste povo.
    Estegossauro, dinossauro que viveu na América do Norte e "teoricamente" sumiu há cerca de 155 milhões de anos atrás está claramente retratado em inscrições desenhos entalhes de algumas culturas. Os Moradores vizinhos do templo afirmam que preservaram tradições a respeito da criatura até pouco tempo atrás.

    Pintura de um Brontossauro numa caverna por índios norte-americanos Anasazi, que viveu no Estado de Utah de 150AC a 1200 DC.
    Entre muitos animais representados, há um que não deixa nenhuma dúvida em relação à sua identidade. Eis o que um evolucionista diz acerca da mesma:
    Há um petróglifo no Natural Bridges National Monument que é surpreendentemente semelhante a um dinossauro, nomeadamente o Brontossauro, com a sua longa cauda e pescoço, cabeça pequena e tudo“. (Barnes, F. & Pendleton, M. (1979), Canyon Country Prehistoric Indians – Their Culture, Ruins, Artifacts and Rock Art, Salt Lake City, NV: Wasatch Publishers). 
    Esta é uma das diversas cavernas com desenhos estranhíssimos da região de Natural Bridges National Monument.
    Ao olharmos na mesma pintura representando um dinossauro percebemos que também está retratado um ser humano um pouco á cima. As pinturas são datadas com a mesma quantidade de tempo:
    Outra pintura  feita pelo mesmo povo:
    Essas imagens não deixam dúvidas que são dinossauros, não deixam espaço para interpretações ambíguas.
    Pintura feita pela tribo Kuku Yalanji da Austrália, mostra nativos dessa tribo enfrentando um estranho animal, mas que para nós é bem conhecido em descobertas fósseis como sendo um Plesiosauro. Esta pintura foi feita cerca de 100 anos antes dos ingleses chegarem na Austrália. Como explicar isso? Vale lembrar que nem mesmo haviam descobertas referentes a fosseis de plesiossauros pois eles só foram descobertos no final do século dezenove.

    1.  Taylor, PS, The Great Dinosaur Mystery and the Bible , Chariot Books, David C. Cook Publishing Co., Elgin, Illinois, pp. 46–47, 1987.
    2.  Unfred, D., Dinosaurs and the Bible , Huntington House, Lafayette, Louisiana, p. 34–35, 1990. Cited in Niermann, Ref. 7, p. 102.
    3.  Taylor, IT, In the Minds of Men , TFE Publishing, Toronto, pp. 106–107, 1984.
    4.  Heuvelmans, B., In the Wake of Sea Serpents , Hill and Wang, New York, 1968. Cited in Kuban, Ref. 10, p. 19.
    5.  Bright, M., There are Giants in the Sea , Roleson Books, London, pp. 180–184, 1989.
    6.  Shuker, KPN, In Search of Prehistoric Survivers , Blandford, London, pp. 98–99, 1995.
    Artefato da dinastia Shang (1766 A.C. – 1122 A.C.) faz lembrar o que atualmente é conhecido como Saurolophus:
    Mais:
    http://www.genesispark.com/exhibits/evidence/historical/ancient/dinosaur/
    Você acredita que o evento Dilúvio pode explicar os mistérios seguintes da terra o passado e o presente?
    1. Distribuição dos continentes, a topografia da Terra, desertos, florestas, regiões frias
    2. Camadas de rochosas, estratificadas canyons, sistemas de rio, pedra petrificada
    3. Vida pré-histórica e fósseis
    4. O fornecimento de carvão
    5. As idades do gelo
    6. Distribuição humana e animal
    7. Origem das civilizações, culturas, raças e línguas
    Alguns destes já foram descritas. Uma discussão mais detalhada desses itens será dada em outros artigos.
    VÍDEOS:
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