Pesquisa confirma que não há Ateus num avião.

Crédito Imagem: Ilustrador Jack Davis


Uma pesquisa (veja abaixo) curiosa, diz que ateus, que outrora podem negar a existência de Deus com veemência, em certas condições isso se arrefece.

Obs: O título do tópico é uma analogia com o resultado da pesquisa.

Como é uma pesquisa de cunho secular, obviamente colocaram a culpa dessa reação no inconsciente da pessoa, mas é óbvio que não há nada de inconsciente ali.

O que a principio a pesquisa mostra, é que o ateu quando pensa na morte deixa a arrogância de lado (afinal ele não pode garantir a inexistência de Deus), ou seja na hora que a coisa aperta a atitude é outra, na pesquisa usaram um modelo em que o ateu teve que confirmar a inexistência de Deus.

Geralmente o ser humano quando está bem não pensa muito no amanhã e acha que tem o domínio de tudo. Muitos céticos se garantem usando as frases de Nietzche como mantra, para auto confiança e dominio próprio (no sentido de esquecer que ele pode adoecer ou morrer a qualquer momento), mas foi justamente a vida de  Nietzche que destruiu todas as suas falácias.

A Bíblia reconhece esse comportamento humano, tanto é que o próprio Jesus diz: " Vinde a mim todos os aflitos.."


Pensar na morte aumenta fé de ateus, diz estudo


Veja 02/04/2012

Pensar na morte pode mexer com as certezas de crentes e ateus, afirma estudo realizado pelo departamento de psicologia da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, que será publicado na próxima edição do Journal of Experimental Social Psychology. Segundo a pesquisa, quando ateus pensam na própria morte, a fé em Deus aumenta em nível inconsciente, mas diminui em nível consciente. Já para religiosos, pensar na morte aumentou a fé tanto consciente ou inconscientemente.

No estudo, 265 estudantes universitários, religiosos e ateus, foram separados em dois grupos: um escreveria sobre a própria morte e outro sobre o que viam na TV.
Pessoas religiosas que escreveram sobre a própria morte mostraram maior fé em suas crenças que os religiosos que escreveram sobre TV. Entre os ateus, o efeito foi o contrário: o 'grupo da morte' mostrou ainda mais ceticismo que o 'grupo da TV'.
O quadro mudou, no entanto, quando os pesquisadores analisaram as crenças inconscientes. Enquanto os religiosos mostraram ainda mais certeza de sua fé, os ateus demonstraram ter menos confiança em sua descrença.
Para sondar a 'fé inconsciente', os pesquisadores mediram a velocidade com que os participantes apertavam um botão para admitir ou negar a existência de Deus. Depois de escrever sobre a própria morte, os religiosos apertaram mais rápido o botão que confirmava a existência de Deus e os ateus passaram a demorar mais para apertar o botão que a negava.
"O medo da morte é uma experiência quase universal e as crenças religiosas parecem ajudar a lidar com essa ansiedade", disse o professor Jamin Halberstadt, coautor do estudo. "Como agora sabemos, essas crenças agem tanto em nível consciente como inconsciente, permitindo que mesmo autoproclamados ateus façam proveito delas."


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