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| Crédito Imagem: Freepik |
A alegria bíblica não é algo natural e espontâneo, por isso as Escrituras mantêm um tom solene mesmo em seus momentos de celebração.
"Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele." João 3:2
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Al-Izzariya ( antiga Betânia) Crédito Imagem: Creative Commons |
No Evangelho de Lucas, vemos Jesus entrando na casa de duas irmãs. Enquanto Marta se desdobrava em preparativos para servir o Mestre, Maria sentou-se aos Seus pés para ouvir Sua palavra. O confronto entre a agitação de uma e a quietude da outra serviu de cenário para um dos ensinamentos de Cristo sobre prioridades e foco espiritual.
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| Crédito Imagem: PIckPIc |
Nessa passagem de Lucas, Jesus descreve um servo que passa o dia inteiro no campo, dedicando-se ao trabalho pesado de lavrar a terra ou cuidar do gado. Ao retornar para casa exausto, ele não recebe um convite para descansar ou uma palavra de gratidão imediata.
Pelo contrário, seu senhor ordena que ele se prepare, mude de vestes e sirva o jantar, para só depois poder se alimentar. Jesus utiliza essa dinâmica cultural da época para ilustrar que o compromisso do servo com o seu senhor é contínuo e total, não se encerrando quando uma tarefa difícil é concluída.
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| Crédito Imagem: Creative Commons |
Entrar no Reino não é um processo de acúmulo, mas de renúncia. A porta é estreita porque nela não passa o volume das nossas vaidades: o currículo religioso, a busca por aplausos ou a necessidade de estar sempre certo.
Para atravessá-la, é preciso abandonar o orgulho de ser "bom o suficiente", a máscara da perfeição e o apego aos pecados de estimação. A porta exige que deixemos do lado de fora tudo o que infla o nosso "eu", pois nela só passa quem aceita se diminuir.
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| Sicômoro antigo em Azor, Israel Crédito Imagem: Wikimedia Commons |
Através de Lucas 13:6-9, Jesus apresenta Deus Pai como o dono de uma vinha que, com justa expectativa, espera colher frutos de uma figueira que Ele mesmo plantou e cuidou. A figueira representa tanto a nação de Israel quanto cada indivíduo que recebe as bênçãos de Deus.