NARRATIVA BÍBLICA
"Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele." João 3:2
A Autorrevelação de Deus como Fundamento da Fé (Êxodo 34:6)
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| Monte Sinai - Crédito Imagem: Góra Synaj |
Em um mundo de "verdades relativas" e "valores passageiros", onde podemos ancorar nossa esperança com segurança? Existe um limite em que a lógica humana precisa de um fundamento que não venha de si mesma, mas de uma voz que tenha autoridade para definir a própria realidade.
Alinhamento do Pedido (João 16:23-24)
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| Crédito Imagem: CC0 |
Durante Seus últimos momentos com os discípulos no Cenáculo, antes da crucificação, Jesus faz um convite à maturidade espiritual.
O Mistério da Figueira e a Geração de Israel (Mateus 24:32-34)
O Silêncio da Alma Diante da Visitação (2 Coríntios 7:10)
O Enigma da Árvore Silenciosa e os Dois Milênios sem Israel (Lucas 21:24)
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| Nova York, em 1947 - Crédito Imagem: ONU |
A imagem de uma árvore que perde o seu viço até parecer completamente morta é uma das metáforas poderosas da narrativa bíblica. Historicamente, essa imagem tornou-se uma realidade quando, no ano 70 d.C., as legiões romanas cercaram Jerusalém e destruíram o Segundo Templo.
A Graça que Atravessa o Abismo (Lucas 15:3-7)
O Mandamento "Anti-humano" de Jesus: Amar os Inimigos (Mateus 5:44)
A Ética do Historiador
Instruções da Prontidão: O Discernimento dos Sábios perante os Sinais (Daniel 12:9-10)
A História Não É Errática, Mas Governada (Salmos 103:19)
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| Crédito Imagem: CC0 |
O poder transformador da oração e leitura contínua das Escrituras (João 15:7)
O Manipulador e a Escolha do Manipulado (Êxodo 23:2)
Autorreflexão, Pilar Fundamental da Caminhada Cristã (2 Coríntios 13:5)
Entre o Acusador e o Intercessor: A Transformação de Pedro (Lucas 22:31-34)
O Perigo do Humor Ácido ou Piada Maliciosa na Vida Espiritual (Colossenses 3:8)
Profecia: O Evangelho será pregado em Todo o Mundo (Mateus 24:14)
A Imutabilidade Documental da Bíblia Frente à Evolução das Tradições Religiosas (Isaías 40:8)
Olhar Externo: O Equívoco do Adestramento pelo Medo (Salmos 119:97)
O Refúgio nas Sombras Conscientes (Mateus 5:7)
Remir o Tempo: Pegar ou Largar (João 6:41-46)
Por que a Revelação não Altera a Rota? (Marcos 8:17)
O Rio que Nasce de Dentro (João 7:37-38)
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| Crédito Imagem: CC0 |
A passagem de João 7 ocorre em um cenário de grande intensidade religiosa e expectativa messiânica, especificamente durante a Festa das Cabanas, também conhecida como Festa dos Tabernáculos ou Sucot.
Este era um evento anual onde o povo celebrava a provisão divina no deserto e clamava por chuvas e pela libertação de Israel.
A Vitória de Cristo como Escudo da Igreja (João 16:33)
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| Crédito Imagem: CC0 |
Momentos antes do Calvário, em João 16:33, onde Jesus afirma: 'tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo'.
Ele não estava se referindo às causas das dificuldades naturais do mundo, como crises políticas ou econômicas, mas sim à pressão exercida pelas trevas contra a Igreja Espiritual.
A Audácia do Ímpio e o Despertar do Pesadelo Antropocêntrico (Ezequiel 33:11)
Betesda: Entre a Crendice e o Cristo (João 5:1-8)
O Veneno que Vira Remédio (Romanos 8:28)
Por que a Bíblia Gera Desconforto? (Hebreus 4:12)
A Falsa Piedade (Mateus 23:27-28)
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| Crédito Imagem: CC0 |
A Bíblia Sagrada dedica passagens para alertar sobre o perigo da aparência de religiosidade desprovida de essência.
Esse fenômeno é frequentemente descrito como uma forma de piedade que tenta manter a forma externa, mas nega o poder transformador do Evangelho no íntimo do coração.
Como Pequenas Concessões Alimentam Grandes Ruínas (João 12:4-6)
A Parábola dos Talentos e o Risco da Religiosidade Morta (Mateus 25:14-30)
Gaslighting: O Cárcere da Memória Alheia (Tiago 3:6)
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Crédito Imagem: Free user |
As Escrituras Sagradas convergem em um alerta fundamental sobre a natureza das relações: existe um perigo latente naqueles que, em uma estratégia perniciosa e cada vez mais comum no mundo (Mateus 24:12), se tornam guardiões dos erros passados do próximo, agindo como fiscais desonestos da memória alheia para objetivos diversos, inclusive os mais graves.

































