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| Peninsula do Sinai - Crédito Imagem: Stefan Perneborg |
A declaração “EU SOU O QUE SOU”, revelada a Moisés no episódio da sarça ardente em Êxodo 3:14, permanece como um dos enunciados mais enigmáticos e profundos da história humana.
"Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele." João 3:2
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| Peninsula do Sinai - Crédito Imagem: Stefan Perneborg |
A declaração “EU SOU O QUE SOU”, revelada a Moisés no episódio da sarça ardente em Êxodo 3:14, permanece como um dos enunciados mais enigmáticos e profundos da história humana.
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| Crédito Imagem: CC0 |
As visões de Daniel, Ezequiel e Apocalipse se entrelaçam para descrever um cenário final marcado pelo confronto entre potências opostas e pela ascensão de um sistema global de controle sem precedentes. Daniel apresenta o embate entre o Rei do Norte e o Rei do Sul, enquanto Ezequiel e Apocalipse ampliam essa perspectiva, revelando que o objetivo último é a consolidação de uma ordem mundial centralizada.
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| Crédito Imagem: CC0 |
O encontro com uma verdade nova pode trazer serenidade em alguns casos, mas em outros provoca um conflito profundo. Surge a tensão entre aquilo que o indivíduo acredita ou deseja acreditar e a força incontornável dos fatos revelados. Reconhecer a lógica desses fatos é inevitável, mas aceitá-los exige rever convicções enraizadas, o que demanda coragem e disposição para mudar.
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| Monte Sinai - Crédito Imagem: Góra Synaj |
Em um mundo de "verdades relativas" e "valores passageiros", onde podemos ancorar nossa esperança com segurança? Existe um limite em que a lógica humana precisa de um fundamento que não venha de si mesma, mas de uma voz que tenha autoridade para definir a própria realidade.
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| Crédito Imagem: CC0 |
Durante Seus últimos momentos com os discípulos no Cenáculo, antes da crucificação, Jesus faz um convite à maturidade espiritual.
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| Nova York, em 1947 - Crédito Imagem: ONU |
A imagem de uma árvore que perde o seu viço até parecer completamente morta é uma das metáforas poderosas da narrativa bíblica. Historicamente, essa imagem tornou-se uma realidade quando, no ano 70 d.C., as legiões romanas cercaram Jerusalém e destruíram o Segundo Templo.
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| Crédito Imagem: CC0 |
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| Crédito Imagem: CC0 |
A passagem de João 7 ocorre em um cenário de grande intensidade religiosa e expectativa messiânica, especificamente durante a Festa das Cabanas, também conhecida como Festa dos Tabernáculos ou Sucot.
Este era um evento anual onde o povo celebrava a provisão divina no deserto e clamava por chuvas e pela libertação de Israel.
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| Crédito Imagem: CC0 |
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| Crédito Imagem: CC0 |
A Bíblia Sagrada dedica passagens para alertar sobre o perigo da aparência de religiosidade desprovida de essência.
Esse fenômeno é frequentemente descrito como uma forma de piedade que tenta manter a forma externa, mas nega o poder transformador do Evangelho no íntimo do coração.