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O poder transformador da oração e leitura contínua das Escrituras (João 15:7)

Monte Sinai - Crédito Imagem: Creative Commons
A oração, nas palavras de Jesus, é um diálogo íntimo com o Pai. Ele não apenas nos instruiu a orar, como vemos no Pai Nosso (Mateus 6:9-13), mas também demonstrou a importância da oração em sua própria vida.

Profecia: O Evangelho será pregado em Todo o Mundo (Mateus 24:14)

Crédito imagem: freestock


"E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações. E então virá o fim." Mateus 24.14

O Rio que Nasce de Dentro (João 7:37-38)

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No último e mais importante dia da Festa dos Tabernáculos (João 7), Jesus se colocou diante da multidão para revelar uma verdade eterna. 

Ao dirigir-se ao povo, Ele utiliza a poderosa metáfora da sede e da água para ilustrar uma das maiores necessidades da alma humana.

A Vitória de Cristo como Escudo da Igreja (João 16:33)

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Momentos antes do Calvário, em João 16:33, onde Jesus afirma: 'tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo'.

Ele não estava se referindo às causas das dificuldades naturais do mundo, como crises políticas ou econômicas, mas sim à pressão exercida pelas trevas contra a Igreja Espiritual.

Betesda: Entre a Crendice e o Cristo (João 5:1-8)

Ruínas de Betesda - Crédito Imagem: Franco56

No Tanque de Betesda, um homem que sofria de paralisia há trinta e oito anos vivia a angústia de depender de um evento específico para sua cura.

A Falsa Piedade (Mateus 23:27-28)


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A Bíblia Sagrada dedica passagens para alertar sobre o perigo da aparência de religiosidade desprovida de essência. 

Esse fenômeno é frequentemente descrito como uma forma de piedade que tenta manter a forma externa, mas nega o poder transformador do Evangelho no íntimo do coração.

Como Pequenas Concessões Alimentam Grandes Ruínas (João 12:4-6)

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A trajetória de Judas Iscariotes nos oferece um alerta contundente sobre como as pequenas concessões éticas podem pavimentar o caminho para grandes tragédias espirituais.

A Parábola dos Talentos e o Risco da Religiosidade Morta (Mateus 25:⁠14-30)

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Na Parábola dos Talentos, Jesus descreve um senhor que, ao partir para uma longa viagem, confia seus bens aos seus servos: a um entrega cinco talentos, a outro dois e a outro um, distribuídos conforme a capacidade individual de cada um.

A Parábola das Dez Minas e o Prêmio da Fidelidade (Lucas 19:11-27)

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A Parábola das Dez Minas, registrada no Evangelho de Lucas, apresenta a história de um homem nobre que parte para uma terra distante a fim de tomar posse de um reino, confiando a cada um de seus dez servos uma mina (quantia em prata) para que negociem até o seu retorno.

Jesus Rompe com o Status Quo da Hierarquia no Reino – Marcos (10:43-45)

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A passagem de Marcos surge após um momento de tensão entre os discípulos nos versículos anteriores, depois que Tiago e João solicitaram posições de honra e poder no Reino de Deus. Jesus, ao perceber que o coração deles ainda estava preso à lógica da supremacia, os chama para uma conversa franca sobre a natureza da verdadeira liderança.

Marta e Maria: O Cotidiano que Rouba o Tempo com Deus (Lucas 10:38-42)

Al-Izzariya  ( antiga Betânia)
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No Evangelho de Lucas, vemos Jesus entrando na casa de duas irmãs. Enquanto Marta se desdobrava em preparativos para servir o Mestre, Maria sentou-se aos Seus pés para ouvir Sua palavra. O confronto entre a agitação de uma e a quietude da outra serviu de cenário para um dos ensinamentos de Cristo sobre prioridades e foco espiritual.

Como o "Solo Espinhoso" trata a Bíblia? (Mateus 13:22)

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Ao narrar a parábola do semeador, Jesus adverte que o solo espinhoso é aquele onde a semente do evangelho até encontra abrigo, mas acaba sufocada pela continuidade do foco nesta vida. 

Esse solo não rejeita a Bíblia com a agressividade do ateu, nem com a indiferença do ignorante; ele a trata com uma cordialidade estéril que é, talvez, a forma mais sofisticada de resistência ao Sagrado.

Patologia das Nações: O Egoísmo das Castas sob a Lente do Evangelho (Lucas 21:1-4)

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A narrativa da oferta da viúva no Evangelho de Lucas revela uma nuance profunda que muitas vezes escapa aos olhos desatentos, pois não se trata apenas de uma lição sobre fé, mas de uma denúncia contundente contra a exploração sistêmica. 

Quem quiser Salvar a Vida a Perderá (Marcos 8:34-36)

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Vivemos num mundo que idealiza o "viver do seu jeito" e a busca pelos próprios rituais de felicidade como se fossem a meta final da existência. Jesus, ao desafiar esse mantra da humanidade, não está apenas dando um conselho moral, mas revelando uma lei espiritual sobre a nossa própria limitação.

Servo Inútil: A Relação com Deus não é uma Troca Comercial (Lucas 17:10)

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Nessa passagem de Lucas, Jesus descreve um servo que passa o dia inteiro no campo, dedicando-se ao trabalho pesado de lavrar a terra ou cuidar do gado. Ao retornar para casa exausto, ele não recebe um convite para descansar ou uma palavra de gratidão imediata. 

Pelo contrário, seu senhor ordena que ele se prepare, mude de vestes e sirva o jantar, para só depois poder se alimentar. Jesus utiliza essa dinâmica cultural da época para ilustrar que o compromisso do servo com o seu senhor é contínuo e total, não se encerrando quando uma tarefa difícil é concluída.

A Lição dos Dez Leprosos sobre Livramento e Gratidão (Lucas 17:11-19)


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A jornada entre a Samaria e a Galileia tornou-se o palco de uma das mais profundas radiografias da alma humana. Dez homens, unidos pelo isolamento e pela dor de uma doença que lhes roubava a carne e o convívio, clamaram a uma só voz por misericórdia. 

O Mestre não os tocou, apenas testou o movimento de seus pés ao ordenar que seguissem em direção aos sacerdotes. O milagre aconteceu no meio do caminho, e1ntre o primeiro passo de fé e o destino final. 

Contudo, o que se seguiu revela uma estatística inquietante sobre o coração humano: a maioria de nós é rápida em pedir, mas tragicamente lenta em reconhecer.

A Perspectiva Divina sobre a Elevação Humana (Lucas 16:15)

Ruinas de Sinagoga em Magdala - Século 1
Crédito Imagem: Universidade Anahuac (CC BY-NC-SA)

Em Lucas 16:15, Jesus faz uma advertência forte aos fariseus ao declarar que eles se justificam diante dos homens, mas que Deus conhece seus corações.

Vamos analisar o contexto da época, os fariseus eram reconhecidos pela observância rígida das leis religiosas em público visando o respeito social, porém Jesus os confronta ao expor que, embora convencessem a sociedade de seu comprometimento com o sagrado, Deus não é enganado por aparências.

A Porta Estreita: Entrada no Reino (Lucas 13:24)

Crédito Imagem: Creative Commons

Entrar no Reino não é um processo de acúmulo, mas de renúncia. A porta é estreita porque nela não passa o volume das nossas vaidades: o currículo religioso, a busca por aplausos ou a necessidade de estar sempre certo. 

Para atravessá-la, é preciso abandonar o orgulho de ser "bom o suficiente", a máscara da perfeição e o apego aos pecados de estimação. A porta exige que deixemos do lado de fora tudo o que infla o nosso "eu", pois nela só passa quem aceita se diminuir.

Além das Folhas: O Que o Dono da Vinha Realmente Procura? Lucas 13:6-9

Sicômoro antigo em Azor, Israel Crédito Imagem: Wikimedia Commons

Através de  Lucas 13:6-9, Jesus apresenta Deus Pai como o dono de uma vinha que, com justa expectativa, espera colher frutos de uma figueira que Ele mesmo plantou e cuidou. A figueira representa tanto a nação de Israel quanto cada indivíduo que recebe as bênçãos de Deus.

O Envio dos Doze Discípulos: Uma Lição de Fé e Dependência Divina

Mar da Galileia
Wikimedia Commons

Como os discípulos se manteriam?


"E ordenou-lhes que nada tomassem para o caminho, senão um bordão; nem alforje, nem pão, nem dinheiro no cinto; Mas que calçassem sandálias, e que não vestissem duas túnicas" Marcos 6:8-9."


A Onisciência de Deus, ou seja, seu conhecimento total, permitia Jesus saber de antemão que a instrução para os discipúlos não levarem provisões não era um risco, mas sim um teste de fé e uma estratégia intencional.