Vivemos num mundo que idealiza o "viver do seu jeito" e a busca pelos próprios rituais de felicidade como se fossem a meta final da existência. Jesus, ao desafiar esse mantra da humanidade, não está apenas dando um conselho moral, mas revelando uma lei espiritual sobre a nossa própria limitação. Quando tentamos salvar a vida através das nossas diretrizes e desejos pessoais, acabamos por nos tornar prisioneiros de um horizonte pequeno e frágil. O contraste é que, ao nos esforçarmos tanto para dar valor à vida sob os nossos próprios termos, frequentemente a esvaziamos de sua verdadeira profundidade, pois o ser humano não foi projetado para ser sua própria bússola.
