É racional crer em Jesus?

Crédito Imagem: Sean Sebastian



Introdução.

Na história humana, não há paralelo com Jesus, não existem relatos históricos testemunhais com grandes sinais atribuídos a outros homens como os relatos referentes a Jesus, nem mesmo em documentos de outras religiões, não há outros documentos rivalizando com a história de Cristo, colocando-a como algo banal e factível a qualquer grupo.



Falhas de raciocínio.

Boa parte da academia de História até assume que o homem Jesus existiu, o homem que deu origem à "lenda", mas não o Jesus relatado nos documentos históricos judaico-cristãos que integram a Bíblia.

Essa negativa é baseada numa distorção de nossas próprias experiências pessoais. Basicamente, a parte dos milagres de Jesus é tida como lenda utilizando os seguintes argumentos:

a-) Relato transmite coisas absurdas, que não vemos acontecer.

b-) A ciência não corrobora com os feitos de Jesus.

Os dois itens acima são falhas de raciocínio, ora, se Jesus é único, é porque só ele, obviamente, fez eventos que o colocaram como tal. 


Não se pode dizer que algo inédito não ocorreu baseado na impossibilidade de sermos onipresentes, ou seja, de estarmos lá nós mesmos no passado observando o momento do fato. Lidamos com o passado recebendo informações da época, como não vivemos na época de Jesus, iremos nos basear nos documentos dos povos que viveram antes de nós, esta é uma lei do conhecimento.

O argumento de que a ciência não corrobora com Jesus é errôneo, pois essa negativa é baseada no conhecimento que temos de um homem normal envolvido em situações normais, porém os relatos históricos mostram que Jesus, que não era um simples homem, fez coisas claramente sobrenaturais, ou seja, impossíveis para um ser humano normal.



Só acredito vendo!

Será?

Se acreditássemos só nas coisas que nós mesmos vimos, não acreditaríamos na maioria das coisas que cremos.

É missão dos próprios homens escrever e informar os outros sobre os acontecimentos que viram ou que tiveram testemunhas, tudo que aprendemos foi escrito pelo homem, em vista disso, é bizarro e ilógico acusar que os Evangelhos foram escritos por humanos, como se isso fosse algo negativo, e não um processo natural da transmissão do conhecimento.



É possível imitar Jesus?


Segundo alguns céticos, imitar Jesus é algo banal, basta sair por aí dizendo que é enviado de Deus como faz o inri cristo e outros vários homens que surgiram, surgem e surgirão.

A verdade é que se alguém tentar de fato imitar Jesus, com tudo que implica a sua história (seus sinais sobrenaturais e suas testemunhas), esse individuo logo seria chamado de louco por inventar coisas da própria cabeça, pois ninguém acreditaria na sua história sem as testemunhas, e as testemunhas, aliás, servem justamente para isso: separar conhecimento estabelecido de invenções ou mentiras.

Por exemplo, não vemos os seguidores do "Inri cristo brasileiro" (aquele que afirma ser nova encarnação de Jesus Cristo) falarem que o viram fazendo coisas semelhantes a andar sobre as águas, multiplicar alimentos, transformar água em vinho etc. Isso não ocorre porque o ser humano é um ser racional, é impossível um conluio coletivo desses sem que a mentira seja detectada.




Por que Jesus não foi taxado de louco e esquecido?

Os céticos mais fervorosos geralmente alegam que os povos daquela época seriam como "chipanzés humanos", ou seja, pessoas primitivas sem o conhecimento cientifico de hoje e que por isso agiriam de forma quase que irracional, não nos devendo levá-los a sério, mas isso não condiz com os fatos, é só olhar para os grandes pensadores e filósofos gregos antigos que viveram antes de Cristo e ler também sobre as peripécias da engenharia antiga, que demandava grande inteligência com pouco recurso, mas não precisa ir muito longe, é só olhar para as cópias do conteúdo dos documentos antigos judaicos, que compõem a Bíblia e que você provavelmente tem em casa.


Os povos daquela época sabiam muito bem que era impossível morrer e depois aparecer vivo (ressurreição), isso é chocante para qualquer época (atemporal), tanto para hoje, como para dois, três ou quatro mil anos, chega a ser absurdo essa tentativa de menosprezar os antigos a ponto de indicar que eles seriam seres generalizadamente obtusos, no entanto o fato é que questões básicas da vida que permanecem até hoje já eram conhecidas naquela época e muitas das questões filosóficas tiveram seu auge justamente na antiguidade, os filósofos modernos debruçam-se até hoje no material de autores antigos. Nos Evangelhos temos análises profundas sobre a fraqueza humana e que, passados mais de 2 mil anos, ainda hoje, muitos ignoram tal sapiência.



Conclusão.


A história de Jesus respeita as leis utilizadas para a composição do conhecimento que estão presentes em nosso cotidiano, é impossível imitá-la, portanto, é racional crer em Jesus Cristo.


Obs: Como complemento a esse texto, busque mais artigos na busca do blog com a tag "conhecimento"


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