A Ressurreição de Horus, Tamuz e Krishna - Ressurreição e Testemunho em outras Religiões.


Horus
Crédito imagem:  Jorge Mertens


Tópico construído através de questionamentos e respostas.

Parte1 Parte2


Assim como a Bíblia, outras religiões possuem supostos relatos testemunhais?

HINDUÍSMO
Os textos védicos, os mais antigos do hinduísmo, contém Grandes ações em textos épicos, como guerras do Mahabharata, com personagens como “testemunhas” do que é contado.

Personagem não é o mesmo que  testemunha.

A produção dessa obra indiana ocorreu muito tempo depois dos eventos, não há testemunhas contemporâneas que possam atestar eventos sobrenaturais, aliás, nem os próprios autores reivindicam historicidade. É completamente diferente dos documentos cristãos.

Os poemas indianos foram produzidos por pessoas que se auto proclamavam sábios,  sem quaisquer relatos de sinais que provassem que realmente tinham alguma ligação com um Criador, é a mesma coisa que fez Maomé e os demais falsos mensageiros, não há nada que ateste a mensagem deles como mensagem divina.

Em seus respectivos livros, os autores indologistas Hermann Oldenberg e Moritz Winternitz disseram que a obra é um caos, uma bagunça.

TAOÍSMO
O Tao veio da mente de Lao-tsé, filósofo de Luoyang, sul da China. E ESTÁ ESCRITO que, um guarda em Chung-nan Shan pediu que ele deixasse suas lições por escrito. Assim nasceu o Livro do Tao. Então, não houve “testemunhas”???

Novamente não há testemunhas de ligação do mensageiro com um Criador, segue o mesmo esquema que já foi dito nas respostas anteriores, ou seja, o autor pede simplesmente fé cega de seus contemporâneos, mesma prática de Maomé. 

Sua mensagem não é atrelada nem atestada  a uma Ressurreição, que é a criação de vida a partir de matéria inanimada,e que portanto prova sem sombra de dúvidas que o mensageiro está realmente com o Criador,  que é quem tem o domínio sobre os elementos da vida. 

BUDISMO
O príncipe Sidarta Gautama nasceu em Lumbini e viveu até os 29 anos no castelo. O rei não o deixava sair temendo uma profecia: seu filho seria um grande líder espiritual. Mas Siddharta fugiu e atingiu o nirvana em Bodh Gaya, na Índia, tornando-se o primeiro Buda, em seguida saiu pelo mundo pregando, fazendo MILAGRES e outras façanhas épicas, típicas de um “profeta” (mas esse termo não existe no oriente)

Os Escritos sobre Sidarta Gautama foram produzidos 400 anos após a sua morte, quando não havia qualquer testemunha ocular viva. 

No milagre do nascimento de Gautama, por exemplo, não há qualquer indicação de testemunhas, o autor não reivindica historicidade, e nem há uma rede com várias confirmações sobre eventos milagrosos.

Diferente da Bíblia, os textos indianos não se preocupam com cronologia de fatos concretos testemunhados, que provam alguma ligação do suposto iluminado com um Criador. seus autores focam na filosofia e na hipotética mente elevada de Gautama.

O autor não atesta que tem o poder para revelar fatos tão longínquos de sua existência, ou seja, não dá qualquer sinal que a biografia que escreve tem correspondência com um Ser Superior.

ISLAMISMO
Maomé nasceu e recebeu as revelações do anjo Gabriel, que deram origem ao Alcorão. Perseguido em sua cidade natal, o profeta seguiu para Medina,de onde organizaria a reconquista. TODA a sua vida está registrada nos livros sagrados dos Muçulmanos, e contem INÚMEROS personagens “testemunhas” do que la está escrito.


Não há relatos testemunhais de milagres de Maomé, o alcorão foi produzido pelo próprio Maomé, não faz parte de uma rede de documentos, conforme comentado aqui.

Foi o próprio Maomé que diz ter recebido a revelação de um anjo, mas ninguém viu isso! É relatado o que ele diz ter ocorrido.

Jesus, por exemplo, não chegou em seus discípulos e disse que fez e aconteceu, pedindo simplesmente para acreditarem nele e relatarem isso, suas testemunhas é que presenciaram os milagres e relataram. Os documentos cristãos foram produzidos pelas testemunhas e não pelo próprio Jesus, portanto, a comparação entre Novo Testamento e Alcorão não tem fundamento.


Xintoísmo
É uma tradição oral religiosa, mas ganhou versões escritas, como o Kojiki (712 d.C.), com mitos sobre a história japonesa e a origem do universo, contendo óbviamente muitos personagens “testemunhas” do que é descrito nos livros “sagrados”

Carece do mesmo suporte lógico dos demais registros religiosos, não há relatos testemunhais de que o autor deu  sinais de ligação com as supostas divindades, essas pessoas simplesmente pediram fé cega, como muitos enganadores ainda fazem hoje em dia.

Jesus não chegou ao povo e contou que ressuscitou Lázaro e andou sobre as águas, as testemunhas é que viram isso, contaram e registraram para a posteridade. 

Como se vê, os próprios documentos das religiões entregam quem tem credibilidade ou não.

O movimento RASTA
Tem um texto sagrado, o Kebra Negast. Traduzido para o árabe perto de 1225 d.C., relata a vida do primeiro rei Etíope, herdeiro do rei Salomão. Com personagens “testemunhas” dos contos descritos.

Nessa religião nascida no anos 20, Tafari Makonnen seria a encarnação de Jah na terra, porém ao contrário de Jesus, Makkonnen não deu qualquer sinal que estava com Deus, não há relatos testemunhais sobre isso.

A verdade é que o suposto messias africano morreu em 1975, e apesar de seus seguidores não acreditarem que ele morreria, nem por isso saíram falando que ele ressuscitou, provando que tal comportamento das pessoas saírem inventando que viram ressurreição de alguém é irreal.

Inclusive, essa relação lógica entre morte, ressurreição e relatos, foi bem dissecada no artigo já mencionado abaixo:

http://www.narrativabiblica.blogspot.com.br/2012/04/lendas-e-mitologias-e-possivel-inventar.html


RELIGIÕES AFRICANAS
São tradições religiosas orais, portanto não possuem “livros sagrados” mas os seus contos possuem rico detalhamento dos personagens “testemunhas” dos fatos descritos neles.


O fato de você inventar que fez um milagre (não testemunhado por grupo de pessoas) e sair espalhando por aí, não significa que há testemunhos que você fez esse milagre, e sim que você contou que fez um milagre, isto é, as pessoas que ouviram de você a história simplesmente vão contar o que  você diz ter feito, e não, o que viram você fazer! É isso que ocorre em diversas religiões.

Agora, se você fizer algo que testemunhas presenciaram, naturalmente essas pessoas irão relatar sobre o que viram, e é exatamente assim que o sistema de desenvolvimento humano funciona, pois não temos o dom da ubiquidade. 

Sobre separar as porções sobrenaturais dos relatos da vida Jesus dos demais registros, numa espécie de separação Mito-homem, não se pode fantasiar uma lógica seletiva para acreditar só naquilo que queremos acreditar, o sistema é universal e é usado para qualquer conhecimento.


Em resumo:

01 -O CONTO de jesus NÃO É ÚNICO a ter personagens ficticios “testemunhas” das mentiras que neles contem.

Alem disso TODOS os “deuses”, por uma estranha coincidencia, NÃO possuem testemunhas REAIS e CONTEMPORÂNEAS aos seus contos, INCLUSIVE JESUS.

Conforme já mostrado, a história de Jesus obedece o sistema universal do conhecimento humano, negar Jesus é negar o desenvolvimento humano e a capacidade que temos para transmitir conhecimento através do tempo.

02 – Lamento lhe informar que a Bíblia TAMBÉM é considerada ficcional. Somente os cristãos negam essa característica óbvia. E NÃO! Os demais autores, como na Bíblia assumem os seus contos como se verdadeiros fossem, afirmar o contrario é ser desonesto intelectualmente.

Já explicado:

http://www.narrativabiblica.blogspot.com.br/2013/02/provas-extra-biblicas-para-passagens.html


03 – Maomé realmente não ressucitou, mas diversos outros “deuses” ANTES do conto de jesus tambem “ressucitaram” Horus, Tamuz, Krishna, e tantos outros… é ridículo afirmar que somente o personagem jesus é citado como ressurreto na História antiga. Inclusive, por uma questão de lógica, o SEU “deus” mostra-se apenas como uma cópia dos que o antecederam.

Antes de mais nada, Horus e Tamuz são a mesma coisa.

Não existe fontes arqueológicas com relatos testemunhais sobre as histórias de Horus ou Krishna, explicando como eles se mostraram aos homens, sinais e eventos sobrenaturais testemunhados relacionados a essas divindades, nem nada. Seguem o mesmo esquema das demais lendas, inexistindo fundamentos para serem consideradas reais.

O Monólito de Metternich, por exemplo, além de não falar nada sobre a a suposta Ressurreição testemunhada de Horus, era apenas um amuleto utilizado em casas e jardins com o trechos de uma lenda egípcia para uso em feitiços contra envenenamentos.

Já os escritos sobre Krishna não são tão antigos como se afirma, são posteriores ao próprio Cristianismo. Embora seja difundido o contrário por sites e blogs ateus na internet, o consenso acadêmico é que os Puranas foram concluídos na idade média, com várias interpolações até a sua conclusão.

Como já explicado antes:

"As mitologias gregas, hinduístas, egípcias, entre outras, são exemplos de histórias sem comprovações, elas não trazem em seus próprios registros, informações de que o povo da época teve qualquer conexão com seus respectivos deuses, isto é, nenhum evento extraordinário e objetivo foi observado por testemunhas humanas, nada que possa trazer esses deuses para a realidade, se não teve comprovações pelos contemporâneos dos fatos, os registros então são de meras lendas, e não de fatos corroborados. 

Os próprios autores não escreveram com compromisso histórico, não falam em verdades, fatos, pessoas reais envolvidas e testemunhas. São apenas proliferação de contos sem origem definida com personagens lendários,produto da mente humana. 

Perceba que não estou agindo com preconceito e nem por pressuposição, a conclusão é tirada dos próprios documentos históricos, onde é constatado a falta de suporte para aceitarmos as histórias como reais."


04 – NÃO EXISTEM REGISTROS CONTEMPORÂNEOS A BÍBLIA que corroborem com a suposta existência do personagem jesus como descrito.


A Academia joga as cópias dos textos bíblicos para época em que ainda existiam testemunhas oculares. 

No artigo abaixo foi explicado porque a história de Jesus é impossível de ser inventada:

http://narrativabiblica.blogspot.com.br/2012/12/e-racional-crer-em-jesus.htm


05 – SEM Constantino, o Cristianismo hoje seria uma das MILHARES de seitas existentes no mundo. Simples assim.

A história existe independente de sua popularidade, não é a abrangência ou a taxa de crescimento que faz o cristianismo ter credibilidade,  e sim o fato da história de Jesus respeitar o mecanismo pelo qual se dá o conhecimento.

06 – Não teve ambiente hostil??? Vá explicar as demais religiões... TODAS as religiões na antiguidade, por exemplo, que não fossem aceitas pelos governantes de cada local, ERAM PERSEGUIDAS, Não havia laicidade nas Sociedades, isso é tão óbvio…

Haviam cultos a diversos deuses em várias sociedades, gregas, romanas, sumérias etc. Esses deuses eram introduzidos facilmente por terem um apelo mais carnal, conforme explicado no artigo abaixo:

http://narrativabiblica.blogspot.com.br/2014/01/a-impossibilidade-da-evangelho-ter-se.html


07 –NÃO EXISTEM escritos CONTEMPORÂNEOS, muito embora como você mesmo afirma, já existisse a escrita e os ESCRITORES… Portanto a única justificativa do fato de NÃO HAVER contemporaneidade é que os contos foram, inicialmente transmitidos por via ORAL e somente DEZENAS, CENTENAS de anos após, (depois de muita adulteração) foram registrados pela escrita.

Alem disso, a Ciência já datou os livros MAIS ANTIGOS do Novo testamento da bíblia, e COMPROVOU suas idades (nenhum contemporâneo)

A tradição oral era a forma de preservação antes da escrita, os judeus já tinham uma tradição muito forte de preservação histórica escrita, não há porque imaginar que os cristãos  ficariam sem registrar os ensinamentos de Jesus, dada a importância de seu Mestre.

Até a seita dos essênios que viviam afastados da sociedade no deserto tinha farta documentação escrita, mesmo antes de Cristo. Além disso, como já foi falado, os próprios historiadores modernos colocam  a produção de cópias do evangelho para época contemporânea às testemunhas oculares de Jesus, algumas décadas depois de sua morte.



08 – O texto não apresenta PROVA ALGUMA que os textos não foram modificados, e sim utiliza palavras DÚBIAS como “praticamente os mesmos”...rs ou seja, Houve alterações, mas vamos fingir que não… Uma das CENTENAS de adulterações feitas e INQUESTIONÁVEL é que no texto original em hebraico (Isaías, capítulo 7:14), a palavra usada para se referir à Maria é “Almah”, que ao pé da letra significa uma jovem que chegou à idade de se casar. Mas a tradução para o grego alterou o sentido para “virgem”, idéia que prevalece até hoje sobre a “virgindade” da personagem Maria.

Essa falsa contradição foi respondida pelo blog:

http://narrativabiblica.blogspot.com.br/2014/08/a-contradicao-de-isaias-714-virgem-ou.html

09 - Não interessam OPINIÕES nem ACHISMOS sobre o que houve, muito menos a opinião dos famigerados Católicos e sim os FATOS já apurados pela HISTÓRIA e eles são claros: Haviam CENTENAS de livros ditos “sagrados” pelos cristãos por volta do ano 300 e a Igreja Cristã de Roma DEFINIU o que lhe interessava como “canônicos” e os que CONTRARIAVAM seus dogmas como “APÓCRIFOS” com consequente sentença de morte a quem os seguisse.

Portanto, a bíblia NÃO REPRESENTA o pensamento de todos os cristãos mas sim apenas os que seguem os dogmas de Roma.

Ainda hoje o inventário católico está errado, com livros que não deveriam fazer parte da bíblia. 

No artigo abaixo explica como separar os livros com credibilidade:

http://narrativabiblica.blogspot.com.br/2012/03/o-livros-apocrifos-ou-deuterocanonicos.html


10- NÃO!! A metodologia Científica abrange MUITO MAIS que apenas “observar e ouvir testemunhas”, na verdade o testemunho é algo DESPREZÍVEL numa teoria Científica, e é usado somente quando NÃO HÁ outro meio para comprovar os fatos (o que não é o caso da bíblia).

A base do método cientifico se resume aos itens observação + testemunhos, o pensamento lógico para estabelecer o conhecimento não existe sem os dois itens anteriores, até porque é necessário observar para poder pensar sobre o que foi visto e assim chegar a uma conclusão lógica.

Portanto, quando alguém faz um experimento em laboratório, o objetivo é observar os efeitos, e a partir disso, pensar logicamente. Esses efeitos precisam ser testemunhados pelos pares através das repetições dos experimentos, sem as observações e os testemunhos um evento não passa de lenda ou falsa ciência.



11 – O texto que você apresenta como “prova” da fidedignidade bíblica… é risível, e não apresenta qualquer argumento que consolide tal parecer… lamento.

Negar Jesus é uma contradição lógica, pois o sistema de conhecimento é o mesmo usado universalmente em qualquer área que se olhe.



12 – NÃO! Você falseia a verdade… Até Historiadores cristãos são cônscios de que o mais antigo papiro remonta o primeiro século de nossa era, entre o ano 80 e 90 d.C. Uma vez que a expectativa de vida ha 2000 anos era de 45 ANOS, não há por que supormos que havia alguém vivo contemporâneo ao personagem jesus dos contos.

Galatas, Romanos, Efésios, Filipenses, entre outros, são exemplos de datações menores que essas, 60 d.C.

Diferente de hoje, a mortalidade infantil era enorme naquela época, para que a expectativa de vida alcançasse 45 anos, era necessário ter muita gente velha, além disso os próprios registros do Novo testamento falam nas viúvas com mais de 60 anos, inclusive um fariseu questiona a pouca idade de Jesus por ainda não ter 50 anos. Se isso tudo fosse mentira o cristianismo não seria levado a sério por ninguém, pois seria o mesmo que falar  que hoje as pessoas vivessem 150 anos, qualquer um questionaria esse dado.

Dentro da Mishnah, compilação de tradições judaicas produzidas em debates nos anos 70 D.c, o esterótipo das pessoas para cada idade vai até os 100 anos de idade.

Acrescentando, os próprios autores do Novo Testamento falaram que haviam testemunhas oculares de Jesus, ora, fazendo novamente uma alusão para o tempo de hoje, seria ridículo alguém falar que há testemunhas oculares de Napoleão Bonaparte, o que aconteceria com  essa pessoa? seria ovacionada? Óbvio que não.


13 – Quando se fazia um original, também se faziam cópias do mesmo IMEDIATAMENTE, principalmente se eram contos religiosos QUE PRECISAVAM SEREM ENVIADOS AS IGREJAS. Portanto não existem esses livros originais ANTERIORES as cópias como diz. E mais, não ha como distinguir o “original” de suas copias contemporâneas.


Originais = Primeiro a ser escrito.

As cópias não eram feitas apenas para envios, mas também para a preservação, já que os materiais eram mais frágeis.

Na época de Jesus haviam leituras nas sinagogas e já existia um eficiente sistema de correios no império romano. 

É uma incongruência imaginar que as igrejas cristãs primitivas foram organizadas antes dos documentos sobre a vida e ministério de Jesus (pois esses dados  fazem parte da base do cristianismo), montar uma organização sem a base não é o normal, além disso, algumas cartas de Paulo foram datadas como sendo dos anos 50, onde Paulo praticamente disseca e se aprofunda ainda mais na história e mensagem de Cristo, ou seja, ele se comunica com pessoas que certamente  já conheciam a história de Jesus, seu nascimento e Ministério, essas igrejas mencionadas por Paulo certamente já tinham cópias dos evangelhos.

Lembrando novamente que até mesmo seitas afastadas tinham documentos escritos, não há porque dizer que os Evangelhos demoraram a ser produzidos. E mesmo que tivessem sido produzidos nos anos 100, a memória histórica da população teria conhecimento da história, pois os pais que testemunharam passariam a informação aos seus filhos, num processo natural do ser humano.


Cobras, jumentos, etc "falam"? e o que dizer da possibilidade de 2 ursos (quem foi la ver o sexo?) conseguirem despedaçar (em campo aberto) 42 crianças??


Jesus confirmou as Escrituras dos profetas, Ele provou ter autoridade e credibilidade através dos vários sinais que deu, sendo o maior deles a Ressurreição. Se foi a serpente que falou ou não, se foi um espírito enganador ou não, cabe um estudo aprofundado das Escrituras.


14 – Nesse ponto temos que distinguir 2 coisas O HOMEM, provavelmente existiu e foi um dos muitos que se levantaram contra o domínio de Roma sobre os Judeus. O MITO: o personagem bíblico que JAMAIS poderia ter existido pois detêm características típicas de obra de FICÇÃO RELIGIOSA. Portanto o jesus bíblico NUNCA EXISTIU enquanto que o HOMEM jesus PODE SIM TER EXISTIDO.

Jesus não lutou contra o domínio de Roma, não fez uso de armas, conquistas territoriais ou discursos políticos, e nem inflamou as pessoas para a guerra. 

Os artigos abaixo mostram porque é ilógico negar os sinais dados por Jesus, e que não há essa dicotomia entre Jesus real e imaginário:

http://narrativabiblica.blogspot.com.br/2014/07/jesus-ressurreicao-inquestionavel.html

http://narrativabiblica.blogspot.com.br/2012/12/e-racional-crer-em-jesus.html

http://narrativabiblica.blogspot.com.br/2012/07/o-conhecimento-humano.html

http://www.narrativabiblica.blogspot.com.br/2013/02/provas-extra-biblicas-para-passagens.html

http://narrativabiblica.blogspot.com.br/2014/10/por-que-escritores-ou-historiadores-da.html




  1.  "Fowler, Mark 2005. p. 32"
  2. https://pt.wikipedia.org/wiki/Chuang-Tzu
  3. https://en.wikipedia.org/wiki/Muslim (artigo com fontes anexadas)
  4. https://pt.wikipedia.org/wiki/Haile_Selassie (artigos com fontes)
  5. https://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%B5es_tradicionais_africanas (artigo com fontes aexadas)
  6. Ir para cima "Karetzky, Patricia 2000">Karetzky, Patricia. Early Buddhist Narrative Art.2000. p. xxi
  7. Ir para cima "Karetzky, Patricia 2000"
  8. Ir para cima Swearer, Donald. Becoming the Buddha. 2004. p. 177
  9. https://es.wikipedia.org/wiki/Bhagavata-purana


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