O Rio que Nasce de Dentro (João 7:37-38)

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No último e mais importante dia da Festa dos Tabernáculos (João 7), Jesus se colocou diante da multidão para revelar uma verdade eterna. 

Ao dirigir-se ao povo, Ele utiliza a poderosa metáfora da sede e da água para ilustrar uma das maiores necessidades da alma humana.

A Vitória de Cristo como Escudo da Igreja (João 16:33)

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Momentos antes do Calvário, em João 16:33, onde Jesus afirma: 'tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo'.

Ele não estava se referindo às causas das dificuldades naturais do mundo, como crises políticas ou econômicas, mas sim à pressão exercida pelas trevas contra a Igreja Espiritual.

A Audácia do Ímpio e o Despertar do Pesadelo Antropocêntrico (Ezequiel 33:11)

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O ímpio não teme as consequências porque, para ele, o único juiz que existe é a eficácia. Se o plano funciona, ele se sente justificado pela própria vitória.

Betesda: Entre a Crendice e o Cristo (João 5:1-8)

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No Tanque de Betesda, um homem que sofria de paralisia há trinta e oito anos vivia a angústia de depender de um evento específico para sua cura.

O Veneno que Vira Remédio (Romanos 8:28)

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Por mais contraditório que pareça, a adversidade não é uma tragédia a ser evitada a todo custo; ela deve ser vista como um estágio glorioso e necessário para o fortalecimento do espírito.

Por que a Bíblia Gera Desconforto? (Hebreus 4:12)

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Entrar nas páginas da Bíblia é aceitar o risco de um encontro desarmado com a própria realidade. Para quem se aproxima do texto pela primeira vez, a sensação pode não ser a de um abraço, mas de um impacto; é o susto de quem esperava uma brisa e encontrou uma tempestade.

A Falsa Piedade (Mateus 23:27-28)


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A Bíblia Sagrada dedica passagens para alertar sobre o perigo da aparência de religiosidade desprovida de essência. 

Esse fenômeno é frequentemente descrito como uma forma de piedade que tenta manter a forma externa, mas nega o poder transformador do Evangelho no íntimo do coração.

Como Pequenas Concessões Alimentam Grandes Ruínas (João 12:4-6)

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A trajetória de Judas Iscariotes nos oferece um alerta contundente sobre como as pequenas concessões éticas podem pavimentar o caminho para grandes tragédias espirituais.

A Parábola dos Talentos e o Risco da Religiosidade Morta (Mateus 25:⁠14-30)

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Na Parábola dos Talentos, Jesus descreve um senhor que, ao partir para uma longa viagem, confia seus bens aos seus servos: a um entrega cinco talentos, a outro dois e a outro um, distribuídos conforme a capacidade individual de cada um.

Gaslighting: O Cárcere da Memória Alheia (Tiago 3:6)

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As Escrituras Sagradas convergem em um alerta fundamental sobre a natureza das relações: existe um perigo latente naqueles que, em uma estratégia perniciosa e cada vez mais comum no mundo (Mateus 24:12), se tornam guardiões dos erros passados do próximo, agindo como fiscais desonestos da memória alheia para objetivos diversos, inclusive os mais graves.

A Cumplicidade Silenciosa do Ouvinte (Romanos 1:28-32)

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Existe uma ilusão perigosa de que a fofoca é um pecado de via única, cometido apenas por quem fala. No entanto, a Bíblia apresenta o ouvinte como um cúmplice ativo.

Profeta da Fofoca (Ezequiel 13:2-3)

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A manipulação psicológica travestida de espiritualidade é identificada na Bíblia por meio daqueles que "profetizam do próprio coração". 

Conforme descrito em Ezequiel 13:2-3, esses indivíduos ignoram a revelação divina para seguir o seu próprio espírito, transformando observações sociais, boatos e especulações em supostos dizeres espirituais.

A Alegria como "Dever", não como "Lazer" (Filipenses 4:4)

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A alegria bíblica não é algo natural e espontâneo, por isso as Escrituras mantêm um tom solene mesmo em seus momentos de celebração.

A Parábola das Dez Minas e o Prêmio da Fidelidade (Lucas 19:11-27)

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A Parábola das Dez Minas, registrada no Evangelho de Lucas, apresenta a história de um homem nobre que parte para uma terra distante a fim de tomar posse de um reino, confiando a cada um de seus dez servos uma mina (quantia em prata) para que negociem até o seu retorno.

Narcisistas na Bíblia e os Últimos Dias (2 Timóteo 3:1-3)

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Ainda que a expressão "narcisismo" venha da mitologia grega e o diagnóstico clínico seja moderno, os padrões de comportamento que o definem são descritos na Bíblia: o orgulho, a soberba e a autolatria.

Palavras Macias, Caminhos de Ruína: O Alerta Bíblico contra a Bajulação e Lisonja

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" O homem que lisonjeia o seu próximo arma-lhe uma rede aos passos" (Provérbios 29:5)


Não confunda elogio com lisonja, as Escrituras Sagradas apresentam a bajulação, ou lisonja, não como simples gestos de cortesia, mas como estratégia de manipulação, constantemente descrita como redes armadas para os pés de quem a recebe. Nesse cenário, o elogio vira um artifício para desarmar a prudência, funcionando como uma camuflagem para interesses ocultos ou intenções puramente estratégicas.

Jesus Rompe com o Status Quo da Hierarquia no Reino – Marcos (10:43-45)

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A passagem de Marcos surge após um momento de tensão entre os discípulos nos versículos anteriores, depois que Tiago e João solicitaram posições de honra e poder no Reino de Deus. Jesus, ao perceber que o coração deles ainda estava preso à lógica da supremacia, os chama para uma conversa franca sobre a natureza da verdadeira liderança.

Marta e Maria: O Cotidiano que Rouba o Tempo com Deus (Lucas 10:38-42)

Al-Izzariya  ( antiga Betânia)
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No Evangelho de Lucas, vemos Jesus entrando na casa de duas irmãs. Enquanto Marta se desdobrava em preparativos para servir o Mestre, Maria sentou-se aos Seus pés para ouvir Sua palavra. O confronto entre a agitação de uma e a quietude da outra serviu de cenário para um dos ensinamentos de Cristo sobre prioridades e foco espiritual.

Caminho de Emaús e Salmos: O Encontro do Histórico com o Profético (Lucas 24:13-35)

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Assim como ocorre no caminho de Emaús, a revelação de Jesus nos Salmos não se apresenta de forma óbvia ou estática, mas surge como um vislumbre em meio ao cotidiano. 

À semelhança de Cristo, que caminhou ao lado daqueles homens como um estranho, ocultando sua glória submetido a uma aparência comum, as promessas messiânicas ladeiam as dores, as angústias e as vitórias históricas do rei Davi ou dos outros salmistas.

Como o "Solo Espinhoso" trata a Bíblia? (Mateus 13:22)

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Ao narrar a parábola do semeador, Jesus adverte que o solo espinhoso é aquele onde a semente do evangelho até encontra abrigo, mas acaba sufocada pela continuidade do foco nesta vida. Esse solo não rejeita a Bíblia com a agressividade do ateu, nem com a indiferença do ignorante; ele a trata com uma cordialidade estéril que é, talvez, a forma mais sofisticada de resistência ao Sagrado.